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Mostrando postagens com o rótulo Estratégia

5. Aprendizagem de estratégias

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Porque nem sempre sabemos de tantas coisas que somos capazes de fazer internamente? Dependemos de processos inconscientes para viver e fazer o que fazemos. Seja a digestão ou a regeneração de tecidos, não precisamos tomar conta desses processos para que eles funcionem perfeitamente. O mesmo ocorre com a maioria dos processos de pensamento. Não precisamos prestar atenção neles para que funcionem, e fazer isto pode até atrapalhar (veja qual é melhor, soletrar prestando atenção na imagem interna ou não). A resposta para a pergunta acima é que, quando fazemos algo bem, não precisamos ficar prestando atenção a como fazemos. E se não estamos prestando atenção a alguma coisa, ela fica inconsciente. O que é necessário para fazer algo bem, sem precisar prestar atenção a como fazemos? Há resultados que obtemos facilmente, como caminhar, falar e soletrar. Outros resultados podem exigir alto grau de concentração e atenção consciente, como memorizar um texto. E há certas coisas que podem...

9. Modelagem de estratégias

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Tendo em vista nossos recursos cerebrais (nosso "hardware") serem os mesmos, se alguém pode aprender a fazer algo, qualquer pessoa também pode. A chave para isto é descobrir e modelar os passos essenciais da estratégia usada por uma pessoa e instalá-la em outra. Você pode modelar as estratégias de qualquer pessoa, fazendo as perguntas adequadas para extrair os passos essenciais. É bom levar em conta que há pessoas que não têm uma idéia precisa do que fazem (principalmente porque o fazem rápida e insconscientemente), até que você as faça prestar atenção. Por exemplo, um executivo ao qual perguntei sobre como tomava decisões, sua primeira resposta foi "intuição e bom senso". Continuei fazendo perguntas, para descobrir que ele tinha etapas, por exemplo, de projeção de conseqüências e se colocar no lugar das pessoas. Já uma professora preparava aulas revendo o conteúdo no livro e montando o quadro que estaria apresentando aos alunos. Para saber se estava bom, ela...

8. Estratégias internas e o corpo

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É comum falarmos em "corpo" e "mente". Qual será exatamente a relação entre esses dois componentes? Alguns termos e frases comuns indicam que intuímos essa relação, embora talvez sem saber precisamente como aplicar essa informação para algo prático. Por exemplo: " Mens sana in corpore sano ", "doenças psicossomáticas", "úlcera nervosa". Em todas está expressa a idéia de que algo que acontece na mente afeta o corpo. Vamos ver a seguir vários exemplos para esclarecer melhor essa relação. Para facilitar, faça as atividades seguintes. Atividade 34 – Água na boca Feche os olhos e imagine-se comendo o que mais gosta. Se se vir como que assistindo a um filme, entre no filme e veja tudo como se estivesse acontecendo agora. O que você está vendo e sentindo? Permita-se sentir o máximo de prazer que puder. Repare se houve algum impacto na sua salivação. Atividade 35 – Afirmação Pense em um objetivo qualquer que tenha no momento. Pode s...

6. Execução de estratégias

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Você certamente já brincou de fazer desenhos em várias páginas de um livro, de forma que ao passar rapidamente as páginas percebe-se uma animação. E certamente conhece a película de um filme, que é algo estático até que seja passado apropriadamente em um projetor. Da mesma forma um programa de computador não passa de um punhado de bytes guardados no disco rígido, até que os comandos que contém sejam colocados na memória e executados. Uma estratégia instalada é como um programa de computador no disco ou um filme na película: nada acontece enquanto não for iniciada e processada. Elas precisam que lhes seja dada vida.  Para isso,  algo deve acontecer: Uma decisão consciente – a pessoa voluntariamente escolhe iniciar a estratégia. Estímulo ou contexto – algo que é percebido pela pessoa provoca o início da estratégia. A palavra “barata” pode iniciar uma estratégia de medo. Entrar em um ambiente pode iniciar uma estratégia de mal-estar. Tendo em vista nossa capacidade de...

4. Estratégias internas

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Dedique alguns segundos para soletrar a palavra "estratégia". Como você fez? Faça de novo e note seu olhar, para onde vai quando soletra? Se não notar, peça para alguém soletrar uma palavra qualquer e observe seus olhos. Todas as pessoas a quem fiz essa pergunta dizem essencialmente o mesmo: "eu faço internamente uma imagem da palavra e leio as letras". Agora imagine uma criança em um ambiente escuro e tranqüilo, mas ela está sentindo medo. De onde vem seu medo? É claro que só pode vir de algum processamento interno acontecendo na criança. Talvez ela esteja imaginando um monstro grande e feio, que a olha com hostilidade. Um outro exemplo interessante é o do ciúme. Certamente há pessoas que sentem ciúme de forma injustificada. O que ela deve fazer internamente para isto? Uma possibilidade simplificada, ocorrida com o nosso personagem Alguém, que percebe que o outro não chega como esperado: ·          Alguém imagina ele ou ela fazendo co...

3. O que está acontecendo lá dentro

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Nas atividades acima você fez várias coisas com seus mapas internos. Lembrou-se, imaginou, disse palavras internamente. Para que a sua inteligência consiga fazer essas coisas, é necessário algum tipo de processamento, algo deve acontecer. É semelhante ao processamento de um programa de computador, ele deve estar rodando para cumprir sua finalidade. Parte da nossa inteligência consiste em processar, em fazer algo com os mapas. Estamos familiarizados com os processos internos da inteligência em um nível geral. Por exemplo, você sabe o que é pensar, lembrar, imaginar, deduzir, distinguir. Mas será que você sabe especificamente como imagina, como lembra, como pensa? Temos representações internas ou mapas em vários canais de representação. Para processar esses mapas, temos operações específicas para cada tipo de mapa. Para imagens, por exemplo, temos a recuperação de imagens armazenadas, a elaboração ou construção de imagens nunca vistas e a formatação das imagens, de forma que l...

2. O que há lá dentro

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Você gosta de jiló? Ou de fígado? Talvez você adore, odeie ou seja indiferente ao sabor desses alimentos. Talvez conheça alguém diferente de você, se não nesses, em outros alimentos. Você provavelmente não tem medo de escuro, pelo menos não da maioria deles. Mas há pessoas que têm. Há também pessoas que têm medo de altura ou fobia de barata. Há pessoas que têm mais iniciativa, e outras menos. Outras têm mais iniciativa sob certas condições. Há pessoas mais obedientes e outras mais rebeldes, mais ou menos sensíveis à forma de falar, mais ou menos persistentes, mais ou menos afetuosas, mais ou menos corajosas. Enfim, somos diferentes. E o que nos torna diferentes? O que faz com que duas pessoas, diante da mesma situação, ajam ou reajam de maneiras completamente diferentes? A resposta para todas essas perguntas tem a ver com o fato de sermos seres inteligentes. Sendo inteligentes, percebemos o mundo e guardamos nossas experiências para usar depois. Sendo inteligentes, temos obje...